Quem convive com pessoas de outras tradições cristãs — ou mesmo com católicos que gostam de discutir — já ouviu a pergunta que corta qualquer conversa pela metade: “Onde está isso na Bíblia?” Às vezes vem com curiosidade sincera. Outras vezes vem como provocação, quase um teste. Em ambos os casos, a sensação costuma ser parecida: a pessoa trava, tenta lembrar um versículo, mistura ideias, cita “algo que ouviu”, e sai do assunto com um gosto ruim, como se a própria fé tivesse sido desmontada ali, em público.
Esse tipo de cena ganhou força por alguns motivos bem concretos. Primeiro: a conversa religiosa ficou mais frequente fora do ambiente da igreja. Ela acontece no trabalho, no almoço de família, no grupo de mensagens, nos comentários de vídeos curtos. Segundo: a Bíblia voltou a ser usada como “martelo” em debates, principalmente quando alguém pressupõe que só vale o que está escrito de forma explícita no texto bíblico. Terceiro: muitos católicos percebem, com honestidade, que conhecem a fé mais por costume e vivência do que por referências bíblicas bem localizadas — e isso pesa quando a conversa aperta.
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Ao mesmo tempo, o Brasil vive uma mudança real no perfil religioso: o número de católicos caiu e outros grupos cresceram, o que aumenta a convivência diária entre pessoas com leituras e linguagem bíblica diferentes. O Censo 2022 mostrou queda de católicos (de 65,1% em 2010 para 56,7% em 2022) e aumento de evangélicos (de 21,6% para 26,9%), por exemplo.

Nesse cenário, não é raro que a pergunta “onde está na Bíblia?” vire um filtro: quem tem a referência na ponta da língua “vence”, quem não tem “perde”. Só que fé não é campeonato — e, mesmo assim, ninguém gosta de ser colocado na parede. O problema real, então, não é apenas “ganhar debate”. É o impacto silencioso: a pessoa volta para casa pensando se realmente entende o que acredita; se a Igreja ensina “coisa que não está na Bíblia”; se está errada; se não seria melhor ficar quieta e não falar mais de religião.
Onde está na Bíblia nasce exatamente para enfrentar esse ponto cego. Não para inflar o ego de ninguém, mas para dar segurança. A proposta é simples de entender: reunir, organizar e explicar passagens bíblicas que ajudam o católico a responder objeções comuns e a enxergar com mais clareza como certos ensinamentos são fundamentados nas Escrituras. Em vez de depender de memória falha ou de improviso, você passa a ter um “mapa” para consultar e, com o tempo, memorizar o essencial.
Como Onde está na Bíblia é bom? Funciona na essência?
Funcionar “na essência”, aqui, significa uma coisa bem objetiva: ajudar você a lidar com a Bíblia de um jeito mais seguro e mais fiel ao que a Igreja crê, sem precisar virar especialista nem passar anos em cursos longos. E isso depende de como o material se apresenta e do tipo de problema que ele resolve.
O produto, na prática, é um eBook que reúne respostas bíblicas para objeções que costumam aparecer em conversas com protestantes e em discussões sobre doutrinas católicas. Ele é descrito como um guia que traz “os versículos exatos” que respondem às objeções e oferece explicações diretas, com organização pensada para consulta rápida.
Essa parte da organização é mais importante do que parece. Quando alguém te questiona, você não tem vinte minutos para “procurar com calma” no índice mental. Ou você sabe onde ir, ou a conversa te engole. Um material que já separa os temas e aponta as passagens certas encurta o caminho. A essência do guia é essa: tirar você do improviso e colocar você num lugar de clareza. Não para humilhar ninguém, mas para responder com firmeza, sem ansiedade.
Outro ponto prático: o eBook é apresentado em três versões — para celular, para Kindle e uma versão preparada para imprimir. Isso muda a experiência de uso. Tem gente que gosta de ler no telefone e marcar com destaque. Tem gente que prefere imprimir e deixar perto da Bíblia. Tem gente que usa Kindle para estudar sem distração. Quando o formato se adapta ao seu jeito, a chance de você realmente usar o material aumenta.
Também aparece, nas páginas do produto, a ideia de “acesso imediato” e de leitura em qualquer lugar, com entrega por área de membros após a compra. Isso é coerente com o tipo de situação que o livro quer resolver: a dúvida surge em momentos imprevisíveis, e a pessoa quer consultar rápido, sem complicar.
A proposta central por trás do guia não é fazer você decorar um monte de citações. É algo mais humano: fazer você entender o caminho bíblico que sustenta certos pontos e, com isso, ganhar paz para conversar. A Bíblia deixa de ser um território “do outro lado” (onde só o outro sabe se mover) e volta a ser sua casa também. Você não precisa ser teólogo, mas precisa saber abrir a porta certa quando alguém pergunta.
E existe um efeito secundário bem positivo: quando você começa a localizar passagens e enxergar contexto, você passa a ler a Bíblia com mais maturidade. Em vez de frases soltas, você aprende a olhar para o conjunto: quem fala, para quem fala, por que fala, o que vem antes e depois. Isso não é só útil para debate; é útil para fé, oração e vida cristã.
Quem criou o Onde está na Bíblia e por que isso importa
Em temas religiosos, “quem escreveu” importa bastante. Não porque a fé dependa de celebridade, mas porque um material assim lida com coisas delicadas: interpretação, contexto, linguagem, possíveis leituras erradas e, principalmente, a responsabilidade de não transformar a Bíblia em arma de briga.
Nas páginas oficiais do produto, o eBook Onde está na Bíblia é atribuído a dois autores: Ariel Lazari e Jeciandro Pessoa. A mesma página descreve a formação e a trajetória de cada um e tenta mostrar por que eles seriam confiáveis para esse tipo de conteúdo.
Sobre Ariel Lazari, é apresentado que ele é formado em Arqueologia pela Universidade de Haifa, em Israel, com experiência ligada a descobertas e contexto histórico da Bíblia, e também formado em Filosofia na Universidade de Navarra (Espanha), associada à Prelazia do Opus Dei. Esse recorte é relevante porque muita discussão bíblica se perde por desconhecer história e contexto. Arqueologia e história não “provam” a fé como matemática, mas ajudam a evitar leituras fantasiosas e a colocar o texto no chão.
Sobre Jeciandro Pessoa, a página o descreve como formado em Filosofia e Teologia, com especializações em áreas ligadas a formação pastoral, catequese, história da Igreja e ensino, atuando como professor e formador. Isso é relevante por outro motivo: quem trabalha com catequese e formação sabe onde as pessoas travam. Sabe quais dúvidas aparecem sempre, quais perguntas vêm carregadas de medo, quais respostas precisam ser simples sem virar simplistas.
O que costuma motivar um projeto assim é uma experiência muito concreta: ver católicos sendo encurralados por perguntas bíblicas, perdendo a coragem de falar da fé, ou se sentindo “menos cristãos” porque não sabem citar capítulo e versículo de cabeça. A própria página do produto descreve essa sensação de ficar sem resposta e de duvidar da fé quando a pergunta aparece.
Quando o material nasce desse tipo de vivência — e não de uma tentativa fria de “vencer debate” — ele tende a ter um tom mais útil, mais pé no chão. Em vez de frases para humilhar, ele costuma trazer caminho: “a objeção é essa”, “as passagens são essas”, “o contexto ajuda a entender assim”. Isso constrói confiança: você sente que o objetivo é formar, não incendiar.
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Para quem o Onde está na Bíblia faz mais sentido
Esse material pode ajudar muita gente, mas ele é especialmente certeiro para alguns perfis. E é melhor falar com honestidade, porque expectativa errada estraga qualquer estudo.
1) Católicos que convivem com protestantes e acabam entrando em conversas de fé. Isso inclui família, casamento misto, amigos próximos, colegas de trabalho e até vizinhos. Você não quer brigar com ninguém — só quer não ficar mudo quando a pergunta vier. O eBook foi pensado exatamente para esse tipo de cenário, onde a objeção aparece em linguagem simples e você precisa responder com calma.
2) Catequistas e pessoas que ajudam outros a crescer na fé. O catequista vive de perguntas. Criança pergunta. Adolescente questiona. Adulto volta para a Igreja cheio de dúvidas. E, em algum momento, alguém traz a famosa frase: “mas onde está isso na Bíblia?”. Há páginas do produto voltadas especificamente para catequistas, reforçando essa utilidade como guia de ensino e consulta.
3) Católicos que querem fortalecer a própria fé sem precisar entrar em curso longo de teologia. Nem todo mundo tem tempo, nem todo mundo tem vocação para estudo acadêmico. Um guia bem organizado pode ser um degrau: você aprende o essencial, ganha familiaridade com as passagens e, se quiser, aprofunda depois com calma.
4) Pessoas que já perderam conversas e ficaram com aquela sensação de vergonha. Isso dói. Não por orgulho apenas, mas porque mexe com identidade. A pessoa passa a evitar o assunto religião, e isso pode esfriar até a vida espiritual. Um material assim faz sentido quando ele devolve confiança sem alimentar vaidade.
Agora, expectativas realistas: o eBook não vai transformar você em “especialista imbatível”. Até porque ninguém deveria tratar fé como ringue. O que ele pode fazer — e isso já é muito — é dar base para você não ser levado pela correnteza da conversa. E, com o tempo, ajudar você a amadurecer sua leitura da Bíblia, porque você vai voltar às passagens várias vezes, comparar traduções, observar contexto e criar memória.
Outro ponto honesto: a qualidade da sua resposta não depende só de ter versículo. Depende de humildade e caridade. Um guia pode te dar munição; quem decide se vira ponte ou vira muro é você. O melhor uso do material é o que fortalece sua fé e melhora suas conversas, não o que cria briga.
Como usar o Onde está na Bíblia na prática
O primeiro contato costuma ser simples: você compra, recebe acesso à área de membros e baixa o eBook para o dispositivo que preferir. As páginas oficiais explicam que o acesso é liberado por login e senha após a compra, permitindo ler no celular, tablet ou computador.
A partir daí, existem dois jeitos bons de usar — e você pode alternar entre os dois conforme sua rotina.
Jeito 1: uso de consulta (rápido e direto).
Você ouviu uma objeção específica (“por que vocês fazem isso?”, “onde está tal doutrina?”). Em vez de correr para o Google e se perder em discussões intermináveis, você abre o guia e procura o tema. O material promete justamente essa organização prática para encontrar as respostas rapidamente, com versículos e explicações diretas.
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Jeito 2: uso de estudo (lento e formativo).
Aqui você separa 20 a 30 minutos, duas ou três vezes por semana, e vai lendo com a Bíblia aberta. Você confere as passagens, observa o contexto, marca as mais importantes e anota em um caderno. Esse jeito dá fruto mais profundo. Você não só “responde”, mas entende.
Um método bem prático, que costuma funcionar para quem quer fixar:
1) Escolha um tema por vez. Não tente abraçar tudo. Pegue uma objeção comum e fique nela por alguns dias.
2) Leia as passagens na Bíblia. Não se contente com o recorte. Leia alguns versículos antes e depois. Isso te protege de usar texto como slogan.
3) Faça um resumo em duas linhas. “Qual é a ideia principal dessa passagem?” Quando você escreve com suas palavras, você aprende de verdade.
4) Treine explicar sem agressividade. Imagine que você está falando com alguém que você ama, não com um inimigo. Seu tom muda, e a conversa muda junto.
5) Tenha um “kit rápido”. Separe 10 passagens que você considera essenciais e deixe fácil: no celular, impresso, em post-it na Bíblia. O próprio produto menciona versões para celular e impressão, o que facilita criar esse tipo de uso.
[Inserir imagem: imagem do Onde está na Bíblia em uso ou em funcionamento — pessoa com Bíblia aberta e celular/tablet exibindo o eBook, com marca-texto e anotações]
Se você preferir um caminho ainda mais guiado, existe também um curso relacionado que faz uma leitura comentada seguindo o eBook, explicando contexto e como usar os textos na prática. Ele aparece como “A Bíblia contra os hereges – Leitura Comentada”, ligado ao material. Mesmo que você não faça o curso, a existência dele mostra uma intenção: não é só jogar versículos, mas ajudar o leitor a compreender e aplicar com prudência.

Onde o Onde está na Bíblia costuma ser aplicado
Esse guia não é uma coisa “para ficar na gaveta”. Ele costuma ser aplicado em situações bem comuns, às vezes pequenas, mas que têm impacto real na fé e na convivência.
1) Conversas informais com amigos e família.
É o cenário mais frequente. Alguém comenta algo sobre Igreja, santos, Maria, sacramentos, tradição. Outro alguém rebate com “isso não está na Bíblia”. Em vez de a conversa virar um labirinto de achismos, você consegue responder com serenidade e referência. Nem sempre isso convence o outro — e tudo bem. Mas muda o nível da conversa.
2) Ambiente de trabalho e faculdade.
Aqui o desafio é duplo: você não quer virar “o debatedor oficial”, mas também não quer ficar parecendo que a fé é só sentimento. Uma resposta curta, bem fundamentada, geralmente é o bastante para encerrar o assunto com respeito.
3) Catequese, grupos de jovens e preparação para sacramentos.
Quem ensina precisa de material para consulta rápida. O kit relacionado ao produto, por exemplo, afirma trazer versículos organizados contra “32 principais objeções” e um livro físico com mais de 130 páginas, justamente para servir de referência prática. Mesmo que você use só o eBook, a lógica é a mesma: ter em mãos o que você precisa quando alguém pergunta.
4) Evangelização e acolhimento de pessoas que se afastaram.
Muita gente se afasta da Igreja não porque “odeia a fé”, mas porque ouviu objeções repetidas, nunca teve resposta e foi criando distância. Um guia bíblico bem aplicado pode ser uma ponte: você mostra que existe fundamento, que há coerência e que a pessoa não precisa escolher entre amar a Bíblia e permanecer católica.
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5) Estudo pessoal e vida espiritual.
Esse ponto é subestimado. Muita gente compra um material desses pensando só em “responder”. Depois percebe que o maior ganho foi outro: começar a ler a Bíblia com mais constância, porque agora existe um fio condutor. O eBook, apresentado como acessível e sem exigir “estudo teológico profundo”, tende a ajudar justamente quem tinha medo de se perder no texto.
6) Contextos de choque cultural e de linguagem bíblica.
Em algumas igrejas, a Bíblia é citada a todo momento, com rapidez e segurança. O católico que não tem esse hábito pode se sentir “menos bíblico”. Um guia organizado diminui essa diferença, sem precisar copiar o estilo do outro. Você aprende a usar a Bíblia com seu jeito, com sua tradição, com tranquilidade.
7) Preparação para discussões que você sabe que vão acontecer.
Tem situações previsíveis: visita de familiar que sempre provoca, um almoço de domingo, uma conversa com alguém que está “puxando” você para outra comunidade. Você não precisa ir para o confronto, mas pode se preparar para não ser pego desprevenido. As páginas do produto falam justamente dessa sensação de ser surpreendido e de como ter o material ajuda a responder com mais segurança.
[Inserir imagem: cena contextual relacionada ao uso do Onde está na Bíblia — mesa de estudo com Bíblia, caderno, marca-texto e notebook/celular com o eBook aberto]
Perceba também como a aplicação muda conforme o perfil do usuário:
• Para quem é tímido: o guia vira apoio para respostas curtas, sem entrar em debate longo.
• Para catequista: vira material de preparação e de sala de aula.
• Para quem gosta de estudo: vira trilha de leitura bíblica temática.
• Para quem já se feriu em discussões: vira um jeito de recuperar segurança sem endurecer o coração.
Resultados e relatos de quem já utiliza o Onde está na Bíblia
Falar de “resultados” em material de fé precisa ter cuidado. Não é sobre prometer que sua vida vai virar outra em uma semana. É sobre mudanças concretas, que você percebe com o tempo, quase como quem cria um hábito bom.
1) Mais segurança para responder sem ansiedade.
O efeito mais citado em páginas promocionais é essa sensação de não ficar “sem palavras” quando a pergunta aparece, porque você passa a saber onde procurar e como responder. Na prática, isso se traduz em paz: você não precisa fugir do tema, nem levantar a voz, nem se sentir inferior.
2) Respostas mais curtas e mais claras.
Quando você tem uma referência objetiva, você para de discursar em círculos. Você responde, mostra a passagem, explica o básico e encerra. Isso ajuda até quem está do outro lado: a conversa fica mais honesta.
3) Melhor leitura da Bíblia.
Muita gente começa “pela necessidade de responder” e acaba ganhando gosto por estudar. O guia funciona como porta de entrada: em vez de abrir a Bíblia aleatoriamente, você lê com propósito. Você aprende a observar contexto e a não tratar versículos como frase isolada.
4) Menos brigas inúteis.
Isso parece contraditório, mas faz sentido. Quem não tem base costuma se irritar mais rápido, porque se sente atacado e despreparado. Quando você tem material e sabe onde está pisando, você escolhe melhor quando falar e quando calar. E, quando fala, fala com menos agressividade.
5) Confiança para ensinar.
Catequistas e líderes de grupo ganham repertório. Não é “falar bonito”, é ter fundamento. O próprio kit do produto se posiciona como algo útil para ensinar filhos e catecúmenos e para responder objeções usando a Bíblia.
6) Um “antes e depois” bem realista.
Antes: você sente que sua fé depende de memória fraca e de frases genéricas (“a Igreja sempre ensinou”).
Depois: você continua valorizando a tradição e a vida da Igreja, mas agora consegue apontar caminhos bíblicos e explicar com mais firmeza, sem entrar em pânico.
Vale dizer: o material não elimina divergências. Pessoas de diferentes tradições cristãs podem ler as mesmas passagens de modos diferentes. O ganho não é “acabar com toda discordância”. O ganho é você não ser jogado num canto como alguém que “não conhece a Bíblia”. E, para muita gente, isso já muda tudo.
O que faz o Onde está na Bíblia ser uma escolha melhor que alternativas comuns
Alternativa comum é fazer o que quase todo mundo faz: abrir vídeos aleatórios, pegar prints de versículos no WhatsApp, salvar argumentos soltos e ir juntando pedaços. Isso até ajuda no começo, mas tem problemas claros.
1) Você se perde no excesso.
Internet tem informação demais. E, em tema religioso, tem ainda mais ruído: recortes sem contexto, brigas, trechos editados, respostas que funcionam só para “ganhar like”. Um guia organizado economiza esse desgaste.
2) Falta sequência e falta critério.
Quando você aprende por pedaços, você nunca sabe se está usando a Bíblia com justiça. Um material que se propõe a trazer “versículos exatos”, com explicações diretas e organização prática, tende a dar um caminho mais coerente.
3) A consulta fica mais rápida.
Na hora da conversa, você precisa encontrar o ponto sem depender de “lembrar qual vídeo era”. A proposta do eBook é justamente servir como guia de consulta, com respostas localizadas e prontas para serem encontradas com facilidade.
4) Formato flexível.
Ter versões para celular, Kindle e impressão facilita o uso real, no seu ritmo e no seu ambiente.
5) Autoria apresentada e foco em formação.
Saber que o conteúdo é assinado por autores identificados, com trajetória descrita, já é uma diferença em relação a compilações anônimas que circulam por aí.

Sem entrar em comparação com nomes, dá para dizer assim: o que costuma dar certo é o que organiza, simplifica e forma. Não é o que “grita mais”. Um guia que te ajuda a localizar textos e entender melhor como responder tende a ganhar espaço justamente porque resolve um problema cotidiano, de gente comum, sem exigir que a pessoa vire acadêmica da noite para o dia.
Como começar com o Onde está na Bíblia do jeito certo
Se você quer começar bem, sem empolgação vazia, dá para seguir um caminho simples.
1) Decida seu objetivo imediato.
Você quer responder melhor em conversas? Quer ensinar na catequese? Quer estudar com mais constância? Isso muda sua forma de usar o material.
2) Escolha um “bloco” de temas que você mais escuta.
Em vez de tentar ler tudo, comece pelos assuntos que mais aparecem no seu dia a dia. O estudo fica mais vivo quando é aplicado.
3) Use a Bíblia junto.
O eBook é guia; a Escritura é a fonte. Leia as passagens na Bíblia e observe o contexto.
4) Crie um ritual pequeno e possível.
Duas vezes por semana, 25 minutos. Isso é melhor do que prometer uma hora por dia e desistir na terceira semana.
5) Treine seu tom.
A melhor resposta bíblica perde força se vier com ironia. A ideia é defender a fé sem perder a caridade.
Vale a pena investir no Onde está na Bíblia hoje?
Vale a pena quando você entende o investimento do jeito certo: não é comprar um “argumento vencedor”. É comprar um instrumento de formação e de paz. É parar de viver refém de conversas que te deixam inseguro. É voltar a olhar para a Bíblia com mais proximidade, sem aquele sentimento de que ela é “território do outro”.
O contexto brasileiro mostra que a convivência entre tradições cristãs está mais presente e mais intensa, e isso aumenta as situações em que perguntas e objeções surgem. Ninguém precisa viver em guerra por causa disso. Mas também ninguém precisa viver calado por medo.
Onde está na Bíblia faz sentido porque organiza um problema real: a falta de referência bíblica na ponta da língua, e a falta de um caminho claro para estudar sem se perder. Ele se apresenta com formato acessível, versões diferentes (celular, Kindle e impressão) e uma proposta de consulta prática com explicações diretas.
Se você é católico e deseja responder com serenidade, ensinar com mais segurança, ou simplesmente fortalecer sua própria fé com base bíblica, esse tipo de guia costuma ser uma ajuda bem concreta. E o melhor sinal de que você está usando do jeito certo é simples: você começa a falar menos para “ganhar” e mais para esclarecer, acolher e testemunhar. Aí o estudo vira vida — e a Bíblia deixa de ser motivo de ansiedade para voltar a ser alimento.
